Estudo revela onde cada geração prefere falar com corretores de imóveis

Redação ImobiPress

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Publicado em 14/07/2026 às 11:39 / Leia em 3 minutos

Pesquisa global mostra que 65% dos compradores em potencial preferem usar ao menos uma rede social para falar com corretores durante a busca por um imóvel.

O contato entre compradores e corretores de imóveis já não acontece da mesma forma para todas as gerações. Enquanto parte do público ainda prefere canais tradicionais, compradores mais jovens passaram a incorporar redes sociais à jornada de busca, comparação e decisão de compra.

Um estudo da Zillow, uma das maiores plataformas imobiliárias dos Estados Unidos, mostra que a idade do comprador influencia diretamente o canal pelo qual ele prefere se comunicar com profissionais do mercado imobiliário. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados apontaram pelo menos uma rede social como canal preferido para comunicação com corretores. 

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Entre a geração Z, de 18 a 30 anos, o Instagram aparece com 43% e o Tik Tok com 30%. Já entre os Millennials, de 31 a 45 anos, 56% preferem o Facebook. Entre os compradores da geração X, de 46 a 60 anos, o Facebook também lidera, com 44%. Já entre os Boomers+, com 61 anos ou mais, 64% afirmam não preferir nenhuma rede social para falar com corretores. 

Para Diogo Martins, CEO do Instituto Brasileiro de Educação Profissional (IBREP), escola referência no Brasil na formação de corretores de imóveis, os números mostram que a atuação digital do profissional precisa deixar de ser genérica. Segundo ele, antes de escolher em qual rede atuar, o corretor precisa entender qual público está mais alinhado ao tipo de imóvel que pretende vender.

“Embora tenha sido realizada nos Estados Unidos, a pesquisa mostra que não existe mais uma comunicação única para todos os clientes, mesmo considerando que algumas redes sociais têm mais força no Brasil do que no mercado norte-americano. O corretor precisa identificar quem é o comprador mais provável daquele imóvel, quais são seus objetivos e onde ele busca informação.Um público mais jovem pode responder melhor a vídeos curtos e linguagem objetiva em redes como Instagram e TikTok, enquanto compradores mais maduros tendem a valorizar histórico, reputação, clareza e atendimento consultivo. O erro é tentar falar com todos da mesma forma. Quanto mais segmentado fica o mercado, mais importante se torna conectar produto, público e linguagem”, afirma Martins.

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