Entre as três cidades brasileiras mais procuradas para imóveis de luxo, Goiânia comemora melhor resultado histórico no IDHM, ficando entre as cinco capitais brasileira mais desenvolvidas do país
Depois de se consolidar como o terceiro maior mercado imobiliário do Brasil em Valor Geral de Vendas (VGV), Goiânia também figura no top três das cidades brasileiras mais procuradas para imóveis de luxo no primeiro trimestre de 2026. O dado consta de levantamento realizado pelo Ecossistema Sienge, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Segundo o levantamento, Goiânia desbancou cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
Mas como uma capital não litorânea e fora da influência do eixo Rio, São Paulo pode atrair tanto a atenção do mercado de luxo? A resposta pode estar no elevado índice de qualidade de vida alcançado por Goiânia nos últimos anos. De acordo com a mais recente edição do Radar IDHM 2026, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Região Metropolitana de Goiânia está entre as cinco com maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).
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Com um IDHM de 0,834, em 2024, o maior da série histórica, a Grande Goiânia se coloca entre as regiões mais desenvolvidas do Brasil. Acima da média nacional, com um IDHM de 0,805, Goiânia está à frente de grandes capitais como Rio de Janeiro (0,833) e Porto Alegre (0,831). Um cenário de desenvolvimento social e econômico como esse favorece a atração de empreendimentos.
Para Paulo Silas, a atenção do mercado de luxo e superluxo para Goiânia é uma consequência natural e quase inevitável, haja vista o forte avanço econômico experimentado pelo estado de Goiás nos últimos anos.
“Além do agronegócio, que é, sim, um grande motor da nossa economia, Goiás, e em especial a Região Metropolitana de Goiânia, reúne cadeias econômicas de variados segmentos, como moda, logística, indústria farmoquímica, mineração e manutenção de aeronaves. Uma economia diversificada e pujante como a nossa naturalmente atrai grandes empresas e, consequentemente, grandes investidores, empresários e profissionais de elevado poder aquisitivo, o que impacta diretamente o alto nível dos projetos imobiliários lançados”, explica Ricardo Maciel, sócio e diretor técnico da Sim Incorporadora.