Valorização do metro quadrado na cidade de Campinas supera o desempenho da capital paulista e se consolida como refúgio de capital diante da inflação.
O mercado imobiliário de Campinas consolidou-se como um dos principais polos de atração de capital do interior paulista ao encerrar o último ciclo anual com valorização residencial de 9,02%. Dados do Índice FipeZAP mostram que o desempenho superou com folga a inflação oficial do período (IPCA de 4,26%) e ficou acima da performance registrada na capital paulista (4,56%).
No primeiro trimestre de 2026, o valor médio do metro quadrado na cidade atingiu R$ 7.675, refletindo uma demanda aquecida por ativos reais localizados em regiões de alta renda, capazes de oferecer proteção patrimonial frente aos ciclos econômicos.
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Novo marco regulatório impulsiona requalificação urbana
O principal vetor dessa valorização é a transformação do bairro Nova Campinas, que passou de um perfil residencial de baixa densidade para um hub premium de uso misto. A atualização da Lei de Uso e Ocupação do Solo (LUOS), por meio da Lei Complementar nº 533/2025, flexibilizou regras históricas ao eliminar a exigência de proporções fixas entre áreas residenciais e comerciais, prevista no antigo Artigo 79.
Com a nova legislação, tornou-se possível o cálculo integrado de metragens e a implantação de fachadas ativas, o que atraiu marcas de luxo, clínicas especializadas e serviços premium. Esse movimento elevou o prêmio de localização e reposicionou o bairro como um dos endereços mais valorizados da cidade.
Ativo imobiliário como hedge inflacionário e instrumento sucessório
A alocação em imóveis premium em Campinas tem cumprido um papel relevante como hedge inflacionário. Enquanto índices como o IGP-M registraram deflação recente, o mercado de locação na cidade apresentou alta de 19,92% em 2025, impulsionado pela escassez de oferta de imóveis de alto padrão.
O uso de metodologias construtivas avançadas, como o BIM, aliado à precisão industrial, contribui para a Plaenge entregar ativos com valorização contínua e liquidez seletiva. Nesse contexto, a consolidação da Nova Campinas como novo eixo de prestígio urbano reforça o papel do imóvel como um instrumento sólido de preservação e sucessão patrimonial para o longo prazo.